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Publicado em 24/01/2018

ARBORIZAÇÃO URBANA: UMA AMOSTRA DAS VANTAGENS

Uma das coisas que chama a atenção em todo o norte paranaense, é que apesar das
temperaturas médias anuais serem muito altas, a maioria das cidades da região, é um
mar de concreto, com apenas uns poucos pontos arborizados. É difícil entender como
cidades tão quentes, não recorrem a solução mais natural de todas para refrescar a
população. Mas, há pelo menos, uma honrosa exceção, representada por Maringá.


O principal motivo para isso, é o fato de que a cidade foi planejada para ser assim. E
embora outras também tenham sido, por algum motivo, no caso maringaense, as árvores
permanecem presentes nos dias atuais e principalmente, em muitas ruas, formam um teto
natural, protegendo seus habitantes do sol escaldante. Por consequência, a sensação
térmica é muito menor do que em outras cidades da região.


Esta característica da cidade é tão reconhecida, que o tema é objeto de estudo em muitas
faculdades de arquitetura e urbanismo pelo país. Isso, porque existe uma diferença entre
salpicar a cidade com árvores e realmente integrá-las ao espaço urbano. Algo que é muito
facilmente percebido quando se passeia por Maringá, sem depender exclusivamente de
marquises para se proteger do sol. Mas, este é apenas um dos benefícios e dependendo
da opinião individual, nem mesmo é o principal.


Neste sentido, não por acaso, a cidade mantém seu apelido de cidade-jardim, não como
uma referência a um passado distante, mas, como uma consequência da sua
configuração atual. Além disso, este ar bucólico, transforma Maringá em um dos espaços
urbanos mais bonitos da região, com seus inúmeros parques, mantendo uma certa aura
nostálgica de vida no campo, apesar de se tratar de um centro metropolitano moderno,
com quase 500 mil habitantes, e uma vida econômica pujante.